EMARANHADO
Pelos atos insanos, lamentos.
Puros impulsos elétricos do mais vil sentimento.
Ondas mentais formadas pelo vento.
Abrem-se as asas da borboleta que persiste.
Caóticas como a estrela bailarina de Nietzsche.
Eólica como a moral que existe.
Disputam-se o retorno à vida.
Reaproximando a grande ferida.
A arte apenas enrustida.
O alvo do elogio de Rotterdam apavora.
D. Quixote ignora.
Os estóicos não embora.
Maquiavel nos ensina o cinismo arrebatador.
As armas alheias não nos trarão louvor.
Limitadas como um momento de furor.
Macbeth disse que o tempo sempre chega ao fim,
No hálito gelado do calor das ações afins.
Pronto para chegar ao Estado de Bakunin.
Nenhum comentário:
Postar um comentário