VORAZ
Tentei sondar a profundidade do tempo numa noite,
Quão néscio fui mensurando a largura de um dia,
Ele passa de forma tão voraz.
Fui criança, tentado decifrar o universo,
Pasmado com a seqüência das horas.
Havia uma lacuna no tempo; meu ego.
Brinquei com os obstáculos diante de mim,
Era inocente ao contar estrelas,
Algumas já morreram, só lhes restam as luzes.
A centelha fugaz da vaidade abateu-me,
Não tive forças para contê-la,
Fiquei só num deserto.
Retirei o olhar das alturas,
Fiz morada na inquietude,
Fui envolto pela queda da noite.
Tentei sondar a profundidade do tempo numa noite,
Quão néscio fui mensurando a largura de um dia,
Ele passa de forma tão voraz.
Fui criança, tentado decifrar o universo,
Pasmado com a seqüência das horas.
Havia uma lacuna no tempo; meu ego.
Brinquei com os obstáculos diante de mim,
Era inocente ao contar estrelas,
Algumas já morreram, só lhes restam as luzes.
A centelha fugaz da vaidade abateu-me,
Não tive forças para contê-la,
Fiquei só num deserto.
Retirei o olhar das alturas,
Fiz morada na inquietude,
Fui envolto pela queda da noite.
Cristiano Santana
Nenhum comentário:
Postar um comentário